Sindicatos de professores pedem suspensão da volta às aulas na Justiça


Quatro sindicatos de professores de São Paulo acionaram a Justiça na noite de quarta-feira (2) para pedir a suspensão da volta às atividades presenciais nas escolas do estado, suspensas desde março devido à pandemia do novo coronavírus e previstas para retornarem a partir da próxima terça-feira, 8 de setembro. O pedido de liminar foi protocolado pela Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo), pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), pelo CPP (Centro do Professorado Paulista) e pela Afuse (Sindicato de Funcionários e Servidores da Educação de São Paulo). A ação conjunta visa ao “cancelamento de qualquer programação de volta às aulas antes que se tenha segurança quanto à saúde de professoras, professores e auxiliares de administração escolar”, disse a Fepesp em nota em seu site. Na justificativa da ação, as entidades argumentaram que “por todos os ângulos que se pretenda olhar a questão, é patente que estabelecer o retorno das atividades presenciais nas escolas de educação básica, sejam elas privadas ou públicas, municipais ou estaduais, é, antes de tudo, um ato irresponsável”. As entidades pediram na ação que a Justiça obrigue o estado a “manter as escolas privadas ou públicas das redes municipais ou estaduais impossibilitadas de realizarem atividades presenciais com os alunos”. Em outro ponto do pedido de liminar, as entidades pediram que o estado e as escolas privadas “não exijam ou estimulem, de forma alguma, o comparecimento presencial dos professores da rede pública e oficial de ensino do estado de São Paulo às atividades presenciais”.

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